Sustentabilidade

RS: 2,6 mil desalojados após tempestades; veja balanço

ResumoA Defesa Civil do Rio Grande do Sul registrou 2.686 desalojados após tempestades que atingiram 117 municípios. O balanço oficial contabiliza um óbito e cinco feridos. A atualização dos números reflete o impacto das chuvas no estado, com ações de assistência em andamento nas regiões afetadas.

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou para 2.686 o número de desalojados após tempestades que atingiram 117 municípios. Há um óbito e cinco feridos. Veja o balanço completo.

Anderson Fagundes
Anderson Fagundes Especialista em máquinas agrícolas · 10 de agosto de 2026 · 3 min de leitura
RS: 2,6 mil desalojados após tempestades; veja balanço

Rio Grande do Sul contabiliza 2,6 mil desalojados após tempestades

A Defesa Civil do Rio Grande do Sul atualizou para 2.686 o número de pessoas desalojadas no estado. As tempestades, provocadas por uma linha de instabilidade associada a uma frente fria, causaram estragos em 117 municípios, incluindo destelhamentos, quedas de árvores e de postes de energia. O balanço foi divulgado na manhã deste domingo (9).

O que causou os danos? Os estragos foram causados por fortes chuvas e ventos formados pela frente fria, e não pelo ciclone bomba, outro fenômeno que se formou entre a Argentina e o Uruguai, mas que se deslocou pelo oceano, trazendo ventos à costa gaúcha sem maiores impactos sobre o continente.

Um óbito e cinco feridos desde sexta-feira

Desde a última sexta-feira (7), quando as tempestades castigaram mais o estado, foi reportado um óbito e cinco feridos. A vítima fatal foi um homem que se acidentou na rodovia estadual RS-124, no município de Montenegro, enquanto trafegava de moto. Não há informações complementares sobre a identificação da vítima.

Dos cinco feridos, um é de Novo Hamburgo. Ele se enroscou em fios enquanto estava em trânsito durante o vendaval. Segundo a Defesa Civil, o estado de saúde dele exige mais atenção.

Um militar também foi atingido por um estilhaço enquanto estava dentro da viatura em atendimento, no município de Osório. Em Dom Feliciano, outras três pessoas sofreram ferimentos leves.

Municípios mais atingidos: Minas do Leão lidera

Entre as localidades mais atingidas, Minas do Leão concentra 500 desalojados, pessoas que tiveram que sair de suas casas para a casa de amigos ou parentes. Apenas uma pessoa, em Montenegro, ficou desabrigada e necessitou de acolhimento pelo poder público.

Em Novo Hamburgo, são 480 desalojados, seguido de Sapiranga, com 360. Os números mostram o impacto da frente fria sobre a população, que segue fora de casa até a normalização da situação.

O que significa estar desalojado?

Desalojado é quem precisa deixar a residência, mas encontra abrigo com amigos ou parentes. Já o desabrigado depende do poder público para acolhimento. No RS, a diferença prática está na rede de apoio: a maioria dos atingidos conseguiu se acomodar com conhecidos, o que reduz a pressão sobre abrigos oficiais.

Perguntas Frequentes

Quantos desalojados há no Rio Grande do Sul?

A Defesa Civil contabiliza 2.686 desalojados após as tempestades, número atualizado na manhã deste domingo (9).

Quais municípios têm mais desalojados?

Minas do Leão lidera com 500, seguido de Novo Hamburgo (480) e Sapiranga (360).

O ciclone bomba causou os estragos?

Não. Os danos foram causados por uma linha de instabilidade associada a uma frente fria. O ciclone bomba se deslocou pelo oceano, sem maiores impactos no continente.

Há mortos ou feridos?

Há um óbito, um homem que se acidentou de moto na RS-124, em Montenegro, e cinco feridos, sendo um em estado que exige mais atenção.

O que as pessoas desalojadas precisam?

Segundo a Defesa Civil, a maioria está em casas de amigos ou parentes. Apenas uma pessoa, em Montenegro, precisou de acolhimento do poder público.

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